Tchau tristeza

Que tal dar uma aliviada na tristeza que Às vezes surge para nos incomodar?

 Em primeiro lugar precisamos a lidar com a decepção, uma das grandes causas do abatimento que nos leva À tristeza. Perceba como nos frustramos por esperar demais das pessoas. Precisamos entender que até nossos entes mais queridos não conseguem dar o que queremos ou simplesmente não querem dar, afinal todos são livres para fazer as próprias escolhas. E quando isso ocorre, muitas vezes sentimos que estamos sendo rejeitados, que nada significamos , e logo vem aquela tristezinha.

Agora se você não esperar nada de ninguém, dificilmente se entristecerá. Então, não espere nada de ninguém. Se vier, é muito bom. Se não, deixa pra lá, não alimente o seu lado vítima, a coitadinha. E tem outra coisa, você pode também pode se decepcionar  consigo mesma, então não espere nada de si. Incorporar certas ideias pode dar aquela leveza de que precisamos na vida. Agora procure um lugar calmo leia o que segue e medite.

Eu estou aqui, vivo a vida com seus desafios. Eu não sou coitada e nem vítima dessa situação. Eu solto e assumo minha coragem. Assumo minha vontade de ir e a necessidade de elevar meu astral. Eu me alegro por falar o que quero. Por expressar meus sentimentos como são. Sim, eu posso me manter tranquila, deixando que as pessoas cuidem de seus problemas e assumindo os meus. Eu posso me manter tranquila não esperando nada de ninguém. Porque decido ter humor e não levar as coisas exageradamente a sério. Eu posso agir seriamente e sorrir sempre. Posso rir e jogar fora mágoas, tristezas e desilusões. Mais do que tudo isso, me aceito. Sou assim. Tenho uma série de defeitos e fraquezas. Mas é o que sou, é o jeito que eu sei fazer. Quero estar bem comigo. Os outros não fazem por mim. Eu me viro e vivo bem. Aconteça o que acontecer, eu me viro e vou arriscar.

Uma das chaves para sair da tristeza é arriscar. Então vamos lá, arregace as mangas, pise fundo e coloque uma coisa em mente: a gente vai ter sempre que enfrentar algo na vida. Encare-a, portanto, com boa vontade, bom sentimento e o seu melhor. A vida não caminha de acordo com nossos sonhos. Não faz mal. O importante é que nela há sempre um mistério que pode nos encantar.

Palestra – Teu Amor te protege

Inveja, ciúmes, olho-gordo, mau-olhado, quebranto, zica, urucubaca, mandinga, praga.

Em pleno terceiro milênio, na era da mais avançada tecnologia, podemos achar tudo isso superstição e perda de tempo, mas…

Todos podemos estar sujeitos a estas coisas que, se pegam em nós, podem nos derrubar, nos fazer sentir mal, sem ânimo para nada, com aquela moleza, um verdadeiro trapo… um bagaço…

E quem é que não quer se proteger disso tudo?

Em nosso inconsciente coletivo existem muitas formas de nos protegermos, antigas tradições e crendices como benzimentos, o uso de ervas, sal grosso, amuletos, entre outros costumes.

Procurando atualizar nossa postura frente a essas crenças para ajudar a preservar a nossa Paz e bem estar, vamos apresentar algumas outras formas de proteção e defesa utilizando também os meios que a natureza nos oferece e potencializando suas energias com a nossa própria.

Para começar, temos que entender porque queremos nos proteger – isso acontece quando temos medo da ação de alguma energia negativa. Então vamos tentar entender o medo e o mecanismo que usamos de culpar os outros pelo nosso mal estar, ao invés de agirmos decididamente pelo nosso bem estar.

Em seguida, falaremos de algo crucial – a sua única proteção, realmente eficiente e permanente, vem de você mesmo. Vamos buscar conhecer um pouco melhor a nós mesmos: como nossas experiências passadas criaram as crenças que dirigem nossa vida, como podemos transmutar nossos padrões de pensamento e assim nossa postura perante a vida.

Finalmente, vamos falar dos recursos que temos à nossa disposição para nos ajudar a obter essa proteção, cada um com seu poder e energia próprios, que podemos usar a nosso favor. Para isso escolhemos alguns cristais, óleos essenciais e Florais de Bach cujas características e propriedades vão nos auxiliar nas práticas vivenciais que vamos realizar, para alcançar o propósito de encontrar segurança, serenidade e bem estar.

Contamos com você.

Informações Práticas

Quando?   Dia 4 de fevereiro, sábado, às 16 horas, com                                                                                        dração prevista de 3 horas.

Onde?        Universo Natural – Rua Vergueiro, 5179, Ipiranga, São Paulo, próximo à Av. Ricardo Jafet e estação do Metrô Santos-Imigrantes.

Quanto?   R$60,00 – para pagar no dia, em cheque ou dinheiro.

Quem?      Você e mais 9 pessoas.

Como?        Confirmando sua participação pelo telefone 11-2548-1908 ou pelo  e-mail universonatural@uol.com.br , até o dia 2 de fevereiro, pois precisamos preparar o material que será distribuído no dia.

Por que?   Você não vem? Não pode nesta data?                                                       Mande-nos a sua disponibilidade de data e iremos estudar a viabilidade de montar outros grupos.

Matar tempo é deixar que o tempo nos mate

Você pode desperdiçar sua vida facilmente, porque ela é curta demais.

Mas isto é estranho: se você pergunta às pessoas: “Por que vocês estão jogando cartas? Por que estão jogando pôquer? Por que estão tão envolvidas nesse jogo de xadrez?”, elas dizem: “Para matar o tempo”.

Como se tivessem mais tempo do que precisam. Como se o tempo fosse tão inútil que é preciso matá-lo.

O tempo é a coisa mais preciosa. Quando ele passa, passa para sempre. E nós não temos muito tempo; a vida é realmente bastante curta. Ela passa tão depressa que entre o nascimento e a morte não há um período muito longo.

E as pessoas matam o tempo sem saber que, na verdade, o contrário é que acontece: o tempo é que as mata.

Osho

Halo energético

“Todos os seres vivos, dos mais rudimentares aos mais complexos, se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza.”

Considerando-se toda célula em ação por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a usina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitem radiações e que essas radiações se articulem, através de sinergias funcionais, a se constituírem de recursos que podemos nomear por “tecidos de força”, em torno dos corpos que as exteriorizam.

Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza.

No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.

Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnética de que o homem se entraja, circula o pensamento, colorindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui, aí exibindo, em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa, antes de irradiá-los no rumo dos objetos e das metas que demanda.

Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a aura humana, peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovoide, não obstante a feição irregular em que configura, valendo por espelho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as ideias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança, como no cinematógrafo comum.

Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à cromática variada, segundo a onda mental que emitimos, retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objetivos e escolhas, enobrecedoras ou deprimentes.

Chico Xavier e Waldo Vieira  – Evolução em Dois Mundos -  XVII – André Luiz 

Proteja sua mente

Grande parte das ideias temerosas que nos assolam ganham força quando um pensamento, rompendo a barreira de nosso consciente, se deposita no inconsciente.

É lá que estão todos os nossos medos, dúvidas, ideias pré-concebidas, conceitos arraigados. E então esse pensamento, alimentado, cresce, se fortalece e volta par o nível da consciência, atemorizando nossos dias e nossa vida.

Por isso é preciso buscar a expansão da consciência, fazendo aumentar essa porção nossa onde guardamos as virtudes, a beleza, o amor e a confiança.

Veja como fazer.

Proteja sua individualidade

O mais importante de nossa vida é a nossa própria vida, vista como uma oportunidade maravilhosa que temos para realizar, criar, expressar nossos talentos, habilidades, que são únicos, uma vez que a única coisa que todos temos em comum é justamente sermos diferentes de cada um.

Por isso é fundamental protegermos nossa individualidade, para permitir sua expressão sem influências externas, dando vazão a esse imenso manancial energético e criativo que há em nós.

Veja como fazer.

Cidade mundo

Alguns dos meus queridos amigos cariocas têm a mania de achar São Paulo parecida com Nova York. Discordo deles. Só acha São Paulo parecida com Nova York quem não conhece bem a cidade. Ou melhor, quem a conhece superficialmente e imagina que São Paulo seja apenas uma imensa Rua Oscar Freire.

Na verdade, o grande fascínio de São Paulo é parecer-se com muitas cidades ao mesmo tempo e, por isso mesmo, não se parecer com nenhuma.

São Paulo, entre muitas outras parecenças, se parece com Paris no Largo do Arouche, Salvador na Estação do Brás, Tóquio na Liberdade, Roma ao lado do Teatro Municipal, Munique em Santo Amaro, Lisboa no Pari, com o Soho londrino na Vila Madalena e com a pernambucana Olinda na Freguesia do Ó.

São Paulo é um somatório de qualidades e defeitos, alegrias e tristezas, festejos e tragédias. Tem hotéis de luxo, como o Fasano, o Emiliano e o L´Hotel, mas também tem gente dormindo embaixo das pontes. Tem o deslumbrante pôr-do-sol do Alto de Pinheiros e a exuberante vegetação da Cantareira, mas também tem o ar mais poluído do país. Promove shows dos Rolling Stones e do U2, mas também promove acidentes como o da cratera do metrô e do avião da TAM em Congonhas.

São Paulo é sempre surpreendente. Um grupo de meia dúzia de paulistanos significa um italiano, um japonês, um baiano, um chinês, um curitibano e um alemão.

São Paulo é realmente curiosa. Por exemplo: tem diversos grandes times de futebol, sendo que um deles leva o nome da própria cidade e recebeu o apelido “o mais querido”, mas, na verdade, o maior e o mais querido é o Corinthians, que tem nome inglês, fica perto da Portuguesa e foi fundado por italianos, igualzinho ao seu inimigo de estimação, o Palmeiras.

São Paulo já foi chamada de “o túmulo do samba por Vinicius de Morais, coisa que Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini e Germano Mathias provaram não ser verdade, e, apesar da deselegância discreta de suas meninas, corretamente constatada por Caetano Veloso, produziu chiques, como Dener Pamplona de Abreu e Gloria Kalil.

São Paulo faz pizzas melhores que as de Nápoles, sushis melhores que os de Tóquio, lagareiras melhores que as de Lisboa e pastéis de feira melhores que os de Paris, até porque em Paris não existem pastéis, muito menos os de feira.

Em alguns momentos, São Paulo se acha o máximo, em outros um horror. Nenhum lugar do planeta é tão maniqueísta.

São Paulo teve o bom senso de imitar os botequins cariocas e agora são os cariocas que andam imitando as suas imitações paulistanas. São Paulo teve o mau senso de ser a primeira cidade brasileira a importar o CowParade, uma colonizada e pavorosa manifestação de sub-arte urbana, e agora o Rio faz o mesmo. São Paulo se poluiu visualmente com a CowParade, mas se despoluiu com o Projeto Cidade Limpa. Agora tem de começar urgentemente a despoluir o Tietê para valer, coisa que os ingleses já provaram ser perfeitamente possível com o Tâmisa.

Mesmo despoluindo o Tietê, mantendo a cidade limpa, purificando o ar, organizando o mobiliário urbano, regulamentando os projetos arquitetônicos, diminuindo as invasões sonoras e melhorando o tráfego, São Paulo jamais será uma cidade belíssima. Porque a beleza de São Paulo não é fruto da mamãe natureza, é fruto do trabalho do homem. Reside, principalmente, nas inúmeras oportunidades que a cidade oferece, no clima de excitação permanente, na mescla de raças e classes sociais.

São Paulo é a cidade em que a democratização da beleza, fenômeno gerado pela miscigenação, melhor se manifesta.

São Paulo é uma cidade em que o corpo e as mãos do homem trabalharam direitinho, coisa que se reconhece observando as meninas que circulam pelas ruas.

E se confirma analisando obras como a do Pátio do Colégio (local de fundação da cidade), a Estação da Luz (onde hoje fica o Museu da Língua Portuguesa), o Mosteiro de São Bento, a Oca, no Parque do Ibirapuera, o Terraço Itália, a Avenida Paulista, o SESC Pompéia, o palacete Vila Penteado, o MASP. O Memorial da América Latina, a Santa Casa de Misericórdia, a Pinacoteca e mais uma infinidade de lugares desta cidade que não pode parar, até porque tem mais carros do que estacionamentos.

São Paulo não é geograficamente linda, não tem mares azuis, areias brancas nem montanhas recortadas. Nossa surfista mais famosa é a Bruna, e nossos alpinistas, na maioria, são sociais.

Mas, mesmo se levarmos o julgamento para o quesito das belezas naturais, São Paulo se dá mundialmente bem por uma razão tecnicamente comprovada. Entre as maiores cidades do mundo, como Tóquio, Nova York e Cidade do México, em matéria de proximidade da beleza, São Paulo é, disparado, a melhor. Porque é a única que fica a apenas 45 minutos de vôo do Rio de Janeiro.

Washington Oliveto

Ano novo, vida velha

Como estava gostoso aquele bom astral das festas de fim de ano, a alegria dos dias natalinos, a energia vibrante do Réveillon , o entusiasmo dos novos projetos, a esperança de virar a folhinha e ver a vida dar uma virada também.

Mas parece que tudo isso vai ficando distante. E que algumas pessoas em especial gostam de se encarregar disso, não é mesmo? Como aquela colega que depois que fala com você, te dá uma zonzeira, você acha que teu maxilar vai deslocar de tanto bocejar. Ou aquela outra, nossa! … é só cruzar com ela que dá aquele arrepio na espinha que sobe pela nuca e arrepia até o último fio de cabelo.

E tudo é motivo: o cabelo novo, o namorado novo, o novo celular, o cargo melhor, ou pode até mesmo nada ter mudado. São antigas incompatibilidades que continuam liberando suas emoções e te prendem nesses laços energéticos de negatividade. Isso vai continuar assim enquanto você permitir, até você não mudar a sua postura e desfazer esses laços.

Saiba como

Você pode mudar sua vida

Pare um pouco e pergunte-se: quais são os seus pensamentos dominantes frente aos acontecimentos? Não para se acusar ou se culpar, mas simplesmente para tomar consciência dos seus pensamentos e verificar se eles ajudam você a viver feliz.

Tenha certeza: nós temos uma imensa capacidade de mudar o mundo e nossas vidas com os nossos pensamentos.

Se você, como eu, tem um jardim, sabe como tratá-lo: a gente prepara o terreno, aduba, semeia, rega, tira as ervas daninhas. O universo se encarrega do resto. Com a vida é a mesma coisa: quando você limpa a mente de todos os pensamentos negativos, e lança as sementes de pensamentos positivos, aquilo que você pensa germina lindamente.

Se conseguíssemos nos concentrar no momento presente, tomaríamos as providências necessárias para resolver os problemas que se apresentam. Mas deixamos que nossa mente fique ocupada por pensamentos de culpa e auto-acusação ligados ao passado, ou por pensamentos aflitivos sobre o que pode acontecer no dia ou na semana seguinte. Esses pensamentos não constroem nada, apenas nos enfraquecem.

Quando entendemos que os nossos pensamentos controlam a nossa vida, e que a única coisa que temos que controlar é a nossa maneira de pensar, adquirimos um poder que é quase milagroso. Esta consciência nos dá enormes possibilidades para melhorar a qualidade de nossas vidas e nos libertar do medo.

E lembre-se:

“O medo, assim como todas as outras coisas em que acreditamos, são somente pensamentos, e pensamentos podem ser mudados”.

Louise Hay

Sua única proteção

Inveja, ciúmes, olho-gordo, mau-olhado, quebranto, zica, urucubaca, mandinga, praga.

Em pleno terceiro milênio, na era da mais avançada tecnologia, podemos achar tudo isso superstição e perda de tempo, mas…

Todos podemos estar sujeitos a estas coisas que, se pegam em nós, podem nos derrubar, nos fazer sentir mal, sem ânimo para nada, com aquela moleza, um verdadeiro trapo… um bagaço…

E quem é que não quer se proteger disso tudo?

Em nosso inconsciente coletivo existem muitas formas de nos protegermos, antigas tradições e crendices como benzimentos, o uso de ervas, sal grosso, amuletos, entre outros costumes.

Procurando atualizar nossa postura frente a essas crenças para ajudar a preservar a nossa Paz e bem estar, vamos apresentar algumas outras formas de proteção e defesa utilizando também os meios que a natureza nos oferece e potencializando suas energias com a nossa própria.

Para começar, temos que entender porque queremos nos proteger – isso acontece quando temos medo da ação de alguma energia negativa. Então vamos tentar entender o medo e o mecanismo que usamos de culpar os outros pelo nosso mal estar, ao invés de agirmos decididamente pelo nosso bem estar.

Em seguida, falaremos de algo crucial – a sua única proteção, realmente eficiente e permanente, vem de você mesmo. Vamos buscar conhecer um pouco melhor a nós mesmos: como nossas experiências passadas criaram as crenças que dirigem nossa vida, como podemos transmutar nossos padrões de pensamento e assim nossa postura perante a vida.

Finalmente, vamos falar dos recursos que temos à nossa disposição para nos ajudar a obter essa proteção, cada um com seu poder e energia próprios, que podemos usar a nosso favor. Para isso escolhemos alguns cristais, óleos essenciais e Florais de Bach cujas características e propriedades vão nos auxiliar nas práticas vivenciais que vamos realizar, para alcançar o propósito de encontrar segurança, serenidade e bem estar.

Contamos com você.

Informações Práticas

Quando?   Dia 4 de fevereiro, sábado, às 16 horas, com                                                                                        dração prevista de 3 horas.

Onde?        Universo Natural – Rua Vergueiro, 5179, Ipiranga, São Paulo, próximo à Av. Ricardo Jafet e estação do Metrô Santos-Imigrantes.

Quanto?   R$60,00 – para pagar no dia, em cheque ou dinheiro.

Quem?      Você e mais 9 pessoas.

Como?        Confirmando sua participação pelo telefone 11-2548-1908 ou pelo  e-mail universonatural@uol.com.br , até o dia 2 de fevereiro, pois precisamos preparar o material que será distribuído no dia.

Por que?   Você não vem? Não pode nesta data?                                                       Mande-nos a sua disponibilidade de data e iremos estudar a viabilidade de montar outros grupos.