O Universo é uma dança de energia

O universo é uma dança de energia universe naturalSomos canais por onde Deus vive.

O Universo é uma dança de energia que cria formas e nomes, corpos e mentes.

Essa dança é o movimento da energia criando e re-criando o plano do criador.

Neste exato momento você está vivenciando o plano do criador. Como? Criando também.

Neste exato momento mil e uma coisas criativas estão acontecendo e você nem percebe. Seu sangue está circulando, sua respiração está acontecendo, suas células estão mudando, sua comida está sendo processada, suas feridas cicatrizadas, e tudo isso sem o seu controle consciente.

É um presente da vida.

O corpo e a mente são veículos usados pela Energia Cósmica, ou Consciência Pura, ou Deus, seja lá o nome que você quiser usar, para expressar no mundo a sua vontade.

É exatamente o que Jesus disse: “Pai, seja feita a Tua vontade”, dando o exemplo de total entrega ao plano divino.

Quando o corpo e a mente recebem a graça de se entregar à energia do Espírito Santo, que é a ponte entre o mundo manifesto e o mundo não manifesto, a ponte entre o homem e Deus, uma luz ilumina a mente e o corpo.

Essa luz é chamada de iluminação.

Portanto, iluminação é saber intuitivamente, claramente, que você e Deus são um processo único de descoberta e criação. Deus se conhece através de Seus Filhos.

A grande brincadeira cósmica, a grande Leela que falam os hindus, é justamente isto: você não esteve, não está, e nunca estará separado de deus. Porque deus é tudo que existe em verdade.

Deus é o oceano da vida, e nós somos as ondas da criação. Uma onda nasce, uma onda morre. Mas o oceano permanece.

Universos nascem, Universos desaparecem. Mas a Fonte dos Universos permanece.

Essa Fonte é o que os homens chamaram Deus.

Somos canais por onde Deus vive as suas múltiplas manifestações.

Ou seja, nós somos instrumentos da vida, não os autores.

Somos os instrumentos de cada ação e pensamento, mas o autor de cada ação e pensamento é Vida, Consciência ou Deus.

Swami Sambodh Naseeb 

Torne a sua vida uma dádiva

Torne a sua vida uma dádiva universe naturalSeja uma luz para o mundo, e não lhe cause danos. Tente construir, não destruir.

Busque apenas a Divindade. Fale apenas a verdade. Aja apenas com amor.

Cumpra a Lei do Amor agora e para sempre. Dê tudo e não necessite de coisa alguma. Evite o que é mundano. Não aceite o inaceitável.

Ensine a todos que desejarem aprender sobre Mim.

Torne cada momento de sua vida uma explosão de amor.

Use todos os momentos para ter o pensamento mais elevado, dizer a palavra mais nobre e realizar o ato superior. Com isso, glorifique o seu Eu Sagrado e, portanto, a Mim.

Traga paz para a terra trazendo paz para todas as vidas que você toca.

Seja paz.

Sinta e expresse em todos os momentos a sua Conexão Divina com o Todo, e com todas as pessoas e coisas, e todos os lugares.

Aceite todas as circunstâncias, reconheça todas as falhas, partilhe todas as alegrias, contemple todos os mistérios, caminhe com os pés de todos os homens, perdoe todas as ofensas (inclusive as suas próprias) e console todos os corações. Respeite a verdade de todos, adore o Deus de todos, garanta os direitos de todos, preserve a dignidade de todos, defenda os interesses de todos, satisfaça as necessidades de todos, presuma a santidade de todos, mostre os maiores dons de todos, produza as bênçãos e anuncie o futuro de todos — seguro do amor de Deus. Seja um exemplo vivo da Verdade Maior que há dentro de você. Seja humilde, para ninguém confundir a sua Verdade Maior com vanglória.

Fale suavemente para ninguém achar que você está apenas tentando chamar atenção.

Fale gentilmente o que todos poderiam saber sobre o Amor.

Fale abertamente para ninguém achar que você tem algo a esconder.

Fale francamente para não ser mal compreendido.

Fale frequentemente para que suas palavras possam ser realmente ouvidas.

Fale respeitosamente para que ninguém seja insultado. Fale amorosamente para que cada sílaba possa curar. Fale de Mim de todos os modos.

Torne a sua vida uma dádiva. Lembre-se sempre de que você é a dádiva!

Seja uma dádiva para todos que entram em sua vida, e para todos em cuja vida você entra. Tenha o cuidado de não entrar na vida de uma pessoa se não puder ser uma dádiva para ela.

(Você sempre pode ser uma dádiva, porque é a dádiva — contudo, às vezes não se permite saber disso.)

Quando alguém entra em sua vida inesperadamente, procure a dádiva que essa pessoa veio receber de você.

Todas as pessoas que já entraram em sua vida o fizeram para receber uma dádiva sua. Ao fazerem isso, oferecem dádiva a você — a dádiva de experimentar Quem Você É.

Quando se der conta dessa simples verdade, quando compreendê-la, descobrirá a maior verdade de todas:

Eu só lhe enviei anjos.

Neale Donald Walsch

Faxina interior

faxina interior universe naturalPodemos aproveitar estes dias que antecedem um novo ano para realizarmos uma limpeza em nossas mentes e emoções, para nos livrarmos de muitos dos bloqueios energéticos que nos atrapalham e impedem que sejamos felizes.

Convido você a experimentar esta prática proposta por Louise Hay que nos possibilita uma verdadeira faxina interior.

“Vamos experimentar examinar um pouco o nosso passado, e dar uma olhada em algumas crenças que têm nos dirigido.

Algumas pessoas acham essa Parte do Processo de limpeza muito dolorosa, mas não Precisa ser assim. Precisamos olhar para o que existe antes de podermos começar a faxina.

Quando se quer limpar um cômodo completamente, Primeiro é necessário pegar e examinar tudo o que existe nele. Algumas coisas serão olhadas com carinho e receberão limpeza e polimento para ganharem uma nova beleza. Outras talvez Precisem de conserto ou restauração, o que poderá ser feito depois, com calma.

Outras coisas ainda jamais servirão para nada e deverão ser jogadas fora. Jornais e revistas velhos, pratos de papel sujos podem ser postos na lata do lixo sem rodeios. Não é necessário ficar com raiva para se fazer uma boa faxina.

O mesmo acontece quando estamos limpando nossa casa mental. Não é Preciso sentir raiva só Porque algumas das crenças guardadas nela estão prontas para serem atiradas fora. Livre-se delas com a mesma facilidade com que jogaria restos de comida na lata do lixo depois de uma refeição. Você por acaso cataria no lixo de ontem para fazer o jantar de hoje? Você cata no velho lixo mental para criar as experiências de amanhã.

Se um pensamento ou crença não lhe é mais útil, livre-se dele! Não existe nenhuma lei que diga que só porque você um dia acreditou em alguma coisa é obrigado a acreditar nela para sempre.

Assim, vamos dar uma olhada em algumas dessas crenças limitantes e descobrirmos sua origem:

CRENÇA LIMITATIVA: Não sou bom o bastante.

ORIGEM: Um pai que repetidamente lhe dizia que ele era burro.

Ele falou que queria ser um sucesso para o Pai poder se orgulhar dele, porém estava assolado pela culpa, que criava ressentimento, e tudo o que conseguia produzir era um fracasso após outro. O pai continuava financiando negócios para ele, porém, um a um eles fracassavam. Ele usava o fracasso para se vingar. Fazia o pai pagar, pagar e pagar. Claro, ele era o maior perdedor.

CRENÇA LIMITATIVA: Falta de amor por si própria.

ORIGEM: Tentar ganhar a aprovação do pai.

A última coisa que ela queria era ser como o pai. Os dois não concordavam em nada e estavam sempre discutindo. Ela só queria sua aprovação, mas só conseguia críticas. Seu corpo estava cheio de dores, exatamente iguais às que o pai tinha. Ela não percebia que a raiva estava criando dores nela, como a raiva do pai criava dores nele.

CRENÇA LIMITATIVA: A vida é cheia de perigos.

ORIGEM: Um pai amedrontado.

Outra cliente encarava a vida como sendo áspera e sombria.

Tinha dificuldade em rir e, quando o fazia, ficava com medo de que algo “mau” iria acontecer. Fora criada com a admoestação: “Não ria ou ‘eles’ poderão pegá-la”.

CRENÇA LIMITATIVA: Não sou bom o bastante.

ORIGEM: Estar abandonado e ignorado.

Era difícil para ele falar. O silêncio tornara-se um modo de vida. Ele acabara de se livrar do álcool e das drogas e estava convencido de que era péssimo. Descobri que sua mãe morrera quando ele era muito jovem e que fora criado por uma tia. Essa mulher raramente falava, exceto para dar uma ordem, portanto ele foi criado em silêncio. Até mesmo comia sozinho em silêncio e passava dia após dia no quarto sem fazer barulho. Teve um amante que também era um homem silencioso e os dois passavam a maior parte do tempo sem se falarem. O amante morreu e, mais uma vez, ele ficou sozinho.

Exercício: Mensagens negativas

O exercício que fazemos em seguida é pegar uma folha grande de papel e escrever uma lista de todas as coisas que seus pais disseram que estavam erradas com você.

Quais foram as mensagens negativas que você ouviu? Dê-se tempo suficiente para lembrar o máximo que puder. Meia hora geralmente é bastante.

O que eles diziam sobre dinheiro? O que diziam sobre seu corpo? O que diziam sobre amor e relacionamentos? O que diziam sobre seus talentos criativos? Quais foram as coisas limitativas ou negativas que lhe disseram?

Se Puder, apenas olhe de forma objetiva para essas frases e diga a si mesmo: Então, foi daí que veio aquela crença.

Agora peguemos uma nova folha de papel e vamos um pouco mais fundo. Que outras mensagens negativas você ouviu quando criança?

De parentes ___________________________________________________________________

Professores ___________________________________________________________________

Amigos _______________________________________________________________________

Autoridades ___________________________________________________________________

Sua Igreja _____________________________________________________________________

Anote todas elas. Leve o tempo que for necessário. Tome consciência das sensações que estão ocorrendo no seu corpo.

O que está escrito nessas folhas de papel são os pensamentos que precisam ser removidos de sua consciência. São crenças que o fazem sentir “não bom o bastante”.

Vendo-se como uma criança

Se eu pegasse uma criança de três anos e a colocasse no meio da sala e nós começássemos a gritar com ela, dizendo-lhe que é burra, que nunca fará nada direito, que deve fazer isto ou aquilo, olhar para a bagunça que fez, talvez bater nela algumas vezes, terminaríamos com uma criancinha assustada, sentada docilmente num canto da sala, ou então com uma arrebentando todo o cômodo. Ela agirá de uma dessas duas maneiras e nunca saberemos qual é o seu verdadeiro potencial.

Agora, se pegarmos a mesma criança e lhe dissermos o quanto a amamos o quanto nos importamos com ela, que adoramos sua aparência e nos orgulhamos da sua esperteza e inteligência, que ficamos encantados com as coisas que faz e que ela pode cometer erros enquanto aprende – que estaremos sempre do seu lado tanto nas horas boas como ruins -, o potencial dessa criança será ilimitado.

Cada um de nós tem uma criança de três anos no nosso interior e com frequência passamos a maior parte de nossas vidas gritando com ela. Depois ficamos imaginando por que nossa vida não funciona.

Se você tivesse um amigo que vivesse criticando-o, gostaria de estar sempre com ele? É possível que você tenha sido tratado dessa forma quando criança, e isso é muito triste. No entanto, isso aconteceu muito tempo atrás. Se atualmente você está escolhendo se tratar da mesma forma, então é algo mais triste ainda.

Agora, bem à nossa frente, temos uma lista das mensagens negativas que ouvimos quando crianças. Como essa lista corresponde ao que você acredita estar errado com você? São quase as mesmas coisas? Provavelmente sim.

Baseamos nosso roteiro de vida em nossas mensagens de infância. Éramos todos bonzinhos e aceitamos obedientemente o que “eles” nos disseram como sendo verdade. Seria muito fácil só culparmos nossos pais e sermos vítimas pelo resto da vida, mas isso não teria graça nenhuma e com toda a certeza não nos tiraria da encrenca em que nos encontramos agora.

Culpando a família

A culpa é um dos modos mais garantidos de se permanecer dentre de um problema. Quando culpamos alguém, estamos abrindo mão do nosso poder. A compreensão nos permite elevarmo-nos acima da questão e assumirmos o controle de nosso futuro.

O passado não pode ser mudado. O futuro é moldado pelo pensamento atual. É imperativo para nossa liberdade entender que nossos pais estavam fazendo o máximo que podiam com a compreensão, consciência e sabedoria que tinham. Sempre que culpamos alguém, não estamos assumindo a responsabilidade por nós mesmos.

Aquelas pessoas que nos fizeram todas aquelas coisas horríveis estavam tão assustadas e amedrontadas como você está agora. Sentiam a mesma impotência que você sente agora. As únicas coisas que podiam ensinar eram as que tinham aprendido.

Quanto você sabe sobre a infância dos seus pais, especialmente antes dos dez anos de idade? Se ainda for possível, descubra mais perguntando-lhes. Se conseguir mais informações sobre a infância de seus pais, você entender com maior facilidade por que fizeram o que fizeram. A compreensão resultará em compaixão. Se você não sabe e não tem como descobrir, tente imaginar como deve ter sido. Que tipo de infância criaria um adulto como aquele?

Você Precisa desse conhecimento para sua própria libertação. Você só poderá se libertar depois de libertá-los. Você só poderá se perdoar depois de perdoá-los. Se exigir perfeição deles, exigirá perfeição de si mesmo, o que o tornará infeliz a vida toda.

A escolha dos pais

Concordo com a teoria de que escolhemos nossos pais. As lições que aprendemos parecem combinar perfeitamente com as “fraquezas” dos pais que temos.

Acredito que estamos todos numa viagem interminável através da eternidade. Viemos a este planeta para aprendermos lições especiais necessárias para nossa evolução espiritual.

Escolhemos nosso sexo, cor e país, e em seguida procuramos o casal perfeito para “refletir” nossos padrões.

Nossas visitas a este planeta são como ir a uma escola. Se você quer ser esteticista, você vai fazer um curso de estética. Se você quer ser um mecânico, vai para a escola de mecânica. Se você quer ser um advogado, vai para a faculdade de direito. Os pais que você escolheu nesta vida eram o casal perfeito de “peritos” no que você queria aprender.

Quando crescemos, temos a tendência de apontar um dedo acusador para os nossos pais e dizer: “Vocês me fizeram isso!” Porém, eu acredito que nós os escolhemos.

Dando ouvidos a outros

Nossos irmãos e irmãs mais velhos são deuses para nós quando somos pequenos. Se eram infelizes, provavelmente descontaram em nós tanto física como verbalmente. Podem ter dito coisas como:

“Vou contar tudo o que você fez” (instilando culpa).

“Você é pequenininho, não pode fazer isso”.

“Você é bobo demais para brincar conosco”.

Os professores muitas vezes nos influenciam muito. Quando eu estava no quinto grau, uma professora me disse enfaticamente que eu era alta demais para ser dançarina. Acreditei nela e pus de lado minhas ambições no campo da dança até estar velha demais para começar uma carreira como dançarina.

Você compreendeu que exames e notas eram só para ver o seu grau de conhecimento numa época determinada ou foi daquelas crianças que deixavam medir seu valor?

Nossos primeiros amigos compartilharam sua falta de informação sobre a vida conosco. Nossos coleguinhas podem caçoar de nós e deixar mágoas perenes. Quando eu era criança, sofri muito porque meu sobrenome era Lunney e os meninos me chamavam de “lunática”.

Os vizinhos também exercem influência, não só por causa do que dizem, mas porque também nos perguntamos: “O que os vizinhos vão pensar?”

Pense bem nas autoridades que tiveram influência na sua infância. E, naturalmente, existem as declarações fortes e muito persuasivas dos anúncios na imprensa e televisão. Um excesso de produtos é vendido fazendo-nos sentir que seremos indignos ou errados se não os usarmos.

Todos estamos aqui para transcendermos nossas limitações iniciais, sejam quais tenham sido. Estamos aqui para reconhecer nossa própria magnificência e divindade, não importa o que eles nos tenham dito. Você tem suas crenças negativas para superar e eu tenho minhas crenças negativas para superar.

Novo padrão

Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo.

O passado não tem poder sobre mim porque estou disposto a aprender e mudar.

Vejo o passado como necessário para me trazer até onde estou hoje.

Estou disposto a começar bem aqui onde estou agora, a limpar os cômodos de minha casa mental. Sei que não importa onde inicio, de modo que agora começo com os cômodos menores e mais fáceis, e assim verei os resultados rapidamente.

Sinto-me emocionado por estar no meio dessa aventura, pois sei que nunca passarei por essa experiência em particular de novo. Estou disposto a me libertar.

Tudo está bem em meu mundo.

Espero que este exercício lhe ajude a se preparar para um ano realmente novo.

José Batista de Carvalho

Encontre a sua alegria e trate de vivê-la

Encontre a sua alegria e trate de vivê-la universe naturalNo céu não existe um quadro-negro em que Deus escreveu o objetivo e a missão que você tem na vida. Não há no céu um quadro-negro que diga “Neale Donald Walsch, homem bonito que viveu na primeira parte do século XXI, que…” seguido de um espaço em branco. E tudo o que eu preciso fazer para entender de vez o que estou fazendo aqui e por que estou aqui, é encontrar aquele quadro-negro e descobrir o que Deus realmente pretende para mim.

Mas não existe esse quadro-negro. Portanto, seu objetivo, é o que você determinar. A sua missão é a que você se atribui. A sua vida será do jeito que você a criar, e ninguém irá julgá-la,nem agora, nem nunca. Você pode preencher o quadro-negro da sua vida com o que desejar. Se o preencheu com o que traz do passado, limpe-o. Apague tudo que não lhe serve do passado, agradecendo por tê-lo trazido agora a este lugar e a um novo começo. Você tem uma lousa limpa e pode recomeçar — aqui mesmo, agora mesmo. Encontre a sua alegria e trate de vivê-la.

Neale Donald Walsch

Quando você está em contato com a sua essência o mundo à sua volta fica em paz

Quando você está em contato com a sua essência o mundo à sua volta fica em paz universe naturalAtitudes são tomadas a partir de crenças.

Crenças são um conjunto de pensamentos devidamente organizados que dão a ideia de como fazer determinadas coisas.

A base da crença, são os pensamentos.

Trabalhando os pensamentos você vai trabalhar suas crenças.

Mudando as crenças você muda as atitudes.

Mudando as atitudes você muda sua realidade.

Nas palavras de Yehuda Berg: “Todos nós possuímos certas características internas – padrões comportamentais – tão arraigados dentro de nós que dão a sensação de serem impossíveis de mudar.

É como a história do homem a quem Deus diz para empurrar uma rocha. Ele tenta, tenta e continua tentando, empurra com toda a sua força durante semanas, meses e até anos, até que finalmente vai até Deus e diz: “Eu fiz o máximo possível! A rocha não sai do lugar!”.

Deus responde: “Eu não lhe disse para fazer a rocha sair do lugar. Disse-lhe apenas que a empurrasse. Fazê-la sair do lugar é minha tarefa, mas veja como você ficou mais forte ao fazer essas tentativas”.

Quando uma mudança parecer assustadora, lembre-se de que quando fazemos o esforço é que crescemos, só então a Luz vai ao nosso encontro, na metade do caminho, e se encarrega do resto.”

Quando você transforma suas crenças e se aproxima de sua própria essência, fica cada dia mais fácil perceber que as coisas que acontecem na sua vida podem ser diferentes.

Quando você está em contato com a sua essência você está em paz, e parece que todo o mundo à sua volta fica em paz, as coisas se equilibram e o ciclo se restabelece, o Amor e a Luz se espalham por todo o mundo.

José Batista de Carvalho

Siga o caminho até o coração do puro ser

Siga o caminho até o coração do puro ser universe naturalMuita gente procura livrar-se de emoções difíceis como raiva, medo e mágoa, e buscam emoções mais agradáveis como alegria, felicidade e êxtase. As estratégias comuns para obter felicidade envolvem tanto a repressão como a expressão das emoções negativas na esperança de serem tiradas de vista ou descartadas. Infelizmente, nenhuma dessas estratégias reflete a verdade do nosso eu inerente, que é uma inabalável pureza de ser, que existe mais fundo do que qualquer emoção e permanece inalterada por qualquer emoção.

Certamente há momentos em que é adequado reprimir ou expressar uma emoção. Mas há também uma outra possibilidade: nem reprimir nem expressar. Chamo a isso de “vivência direta”.

Vivenciar diretamente uma emoção não é negá-la nem chafurdar nela, e isso significa que pode não existir nenhuma história dela. Pode não existir um enredo sobre com quem ela está acontecendo, por que está acontecendo, por que não deveria estar acontecendo, quem é responsável ou a quem se deve culpar.

Em meio a qualquer emoção, supostamente “negativa” ou “positiva”, é impossível descobrir-se o que está no âmago. A verdade é que, quando você realmente vivencia uma emoção negativa, ela desaparece. E quando você verdadeiramente vivencia uma emoção positiva, ela cresce e é interminável. Portanto, relativamente, há emoções negativas e positivas, mas sob investigação, só há positivas: eis a positividade que é a consciência absoluta. Como na nossa cultura não há muito que confirme esta revelação espantosa, passamos nossas vidas em busca de emoções positivas e fugindo das emoções negativas.

Quando você experimenta completamente uma emoção negativa, sem história, ela cessa de existir instantaneamente. Se você achar que está vivenciando completamente uma emoção e ela continuar bastante intensa, então reconheça que ainda há alguma história que se está contando sobre ela – como ela é grande, como enfim você conseguirá se livrar dela, como ela sempre volta, como é perigoso vivenciá-la. Qualquer que seja a história do momento, são infinitas as possibilidades de adiamento da vivência direta.

Por exemplo, quando você está irritado, a tendência comum é fazer algo para livrar-se da irritação ou colocar a culpa em si mesmo, em alguém ou em alguma outra coisa como causa da irritação. Então, começam a se desenvolver os roteiros da irritação. Na verdade, é possível não se fazer nada com a irritação, não a arredar da consciência ou tentar livrar-se dela, mas vivenciá-la diretamente. No momento em que surge a irritação, é possível simplesmente ficar completa, total e livremente irritado, sem expressá-la ou reprimi-la.

Geralmente, a vivência direta revela frequentemente uma emoção mais profunda. A irritação seja talvez uma ondulação na superfície. Mais fundo do que a irritação pode estar a raiva ou o medo. Mais uma vez, o objetivo é não se livrar da raiva ou do medo nem os analisar, mas vivenciá-los diretamente. Se sob a irritação se revelarem o medo ou a raiva, deixe que a sua consciência se aprofunde; deixe-se estar absoluta e completamente com raiva ou com medo, sem expressar nem reprimir.

O medo frequentemente é o maior desafio, porque ele é o que habitualmente a maioria das pessoas procura manter afastado. É claro, quanto mais tentam mantê-lo afastado, mais ele aumenta e assombra.

O que estou sugerindo é que você possa abrir-se de verdade para o medo; possa experimentar ficar com medo sem precisar sequer dizer que está com medo e sem seguir nenhum pensamento de estar com medo. Você pode simplesmente vivenciar o medo em si.

Quando falo em vivenciar diretamente o medo, não estou falando do medo fisiologicamente adequado. A resposta ao perigo, à luta ou à fuga fisiológica é natural e própria do organismo humano. Está geneticamente programada no corpo para a sua sobrevivência. Por exemplo, é conveniente sair do caminho de um ônibus que se aproxima. Mas os medos que sugiro sejam diretamente confrontados, por inteiro, do início ao fim, são os medos psicológicos, os medos que mantêm nossa energia desnecessariamente atrelada à proteção e defesa, como o medo da dor emocional ou os medos da perda ou da morte. Quando, ao invés de resistir ou fugir a ele, se acolhe um medo psicológico, este frequentemente revela uma emoção ainda mais profunda.

Sob o medo pode revelar-se uma profunda tristeza ou mágoa. Isso também pode ser vivenciado direta e completamente sem necessidade de uma historinha. Se você estiver disposto a experimentar essas camadas emocionais até o fim, finalmente deparará com o que parece um abismo profundo. Esse abismo é o que a mente percebe como o nada, o vazio, a vacuidade, o ninguém. Eis um momento importante, pois a vontade de ser absolutamente nada, de ser ninguém, é a vontade de ser livre. Todos esses outros estados emocionais são camadas de defesa contra esta vivência do nada – a morte de quem você acha que é. Uma vez derrubadas as defesas, uma vez aberta a porta, pode-se acolher completamente este nada que foi temido. Esta acolhida é a revelação da verdadeira auto-investigação, que revela a gema secreta da verdade que esteve oculta no âmago do seu próprio coração o tempo todo. O diamante descoberto é você.

Esta é uma descoberta imensa, mas você terá de descobri-lo por si. Se estiver disposto a vivenciar profunda e completamente qualquer estado emocional, você descobrirá no seu núcleo a mesma consciência imaculada que se encontra consigo mesma tanto como vivenciador quanto como vivenciado. Se puder descobrir esta verdade de primeira mão, você será libertado da fuga dos estados supostamente negativos e da busca dos supostamente positivos. Você se libertará tanto da rejeição como do apego ao que é intrinsecamente impermanente. Você estará liberto para verdadeiramente encontrar-se consigo mesmo e regozijar-se nesse encontro.

Qualquer emoção que surja na consciência pode ser completamente acolhida pela consciência, sem precisar esconder-se em histórias ou análise. Na sua disposição de não seguir os mecanismos da mente, mas de apenas ficar quieto e vivenciar qualquer emoção que surja, você verá que ela não é nada. As emoções se mantêm compostas pelo pensamento, quer esse pensamento seja consciente ou inconsciente.

Você tem o poder de parar simplesmente e dizer: “Medo, raiva, mágoa, desespero – tudo bem, venham”. Quando você diz “Tudo bem, venham” e você realmente quer dizer isso mesmo e está verdadeiramente aberto, a emoção não pode vir porque nesse momento você não conta uma história sobre ela. Eu o convido a verificar isso por si mesmo. O medo, a raiva, a mágoa só existem quando vinculados a uma história! Sim, isso é incrível, é simples, porém uma descoberta profunda e enorme! Na verdade você pode reconhecer que aquilo de que você foge, em realidade, finalmente não existe, e aquilo que você procura já está sempre aqui.

Quando Colombo e outros exploradores descobriram o “Novo Mundo”, todos eles voltaram e disseram: “Há muito mais coisas lá fora do que sabemos, a terra não é plana”. Mas muita gente respondeu: “Ah não, eu não vou lá. Os demônios marinhos vão me pegar. Eu vou cair da terra”. É com esse mesmo primitivismo que enxergamos nossas emoções. Se você estiver disposto a cair da beira da terra, verá que você mesmo sustenta a terra e não pode “cair de” si mesmo; só pode se aprofundar mais em si mesmo.

Na extremidade oposta do espectro, particularmente na subcultura espiritual ocidental, as pessoas estão bastante abertas a vivenciar suas emoções, porque isso lhes dá um sentido de profundidade e de liberdade. Mas isso pode se tornar uma capa para o medo de vivenciar qualquer emoção que seja. Definir-se como um ser emocional talvez seja um passo mais profundo do que você se definir como um ser puramente mental, mas assim não se terá percorrido todo o caminho para casa. O que você evita ao definir-se como um ser emocional é a ausência de emoção, o nada, a vacuidade. Uma vez que tenha experimentado a pura vacuidade, você sabe diretamente que quem você é não se pode definir por nenhum estado mental ou emocional, e este saber é liberdade.

Quando você não se define por estados emocionais, as emoções são livres para surgirem, porque elas não significam nada sobre quem você é. Você sabe diretamente que todos os estados simplesmente passam pelo espaço puro que é a sua verdadeira natureza.

Convido-o a percorrer todo o caminho até o coração do puro ser, não para se livrar de alguma emoção, não para dramatizar ou glorificar alguma emoção, mas para descobrir o que cada emoção exige, para morrer para quem você pensa que é antes que morra quem você pensa que é.

Gangaji

A energia do amor transforma o mundo

A energia do amor transforma o mundo universe naturalO amor, em suas várias formas, é o impulso todo-poderoso que conduz as pessoas a extremos de esforço humano. Essa energia potente que permeia o Universo é parte e parcela da experiência humana, nutrindo as pessoas com conhecimento e evolução. É a força motriz por trás de toda a vida em sua jornada de volta à Unidade de todas as coisas.

Há muitas formas de amor. Há o amor de uma mãe por seu filho. Há o amor da criança por seus pais. Há o companheirismo das pessoas de mentes semelhantes. Há o amor mostrado no auto sacrifício para salvar outros durante uma crise.

Todas essas são manifestações do único amor, da única energia que permeia toda a existência em todas as frequências da consciência. O mundo está mudando. Ele está se transformando em um mundo de dignidade humana e equilíbrio, onde uma pessoa é respeitada por todas as outras, onde o sofrimento chegou a um fim porque as pessoas conseguem, de coração, servir a humanidade de qualquer modo que acham adequado.

É um mundo de amor que irá florescer quando o medo chegar ao fim. Quando o medo for transformado, as pessoas não lutarão por recursos, elas criarão meios de assegurar que haverá o bastante de tudo para todos. Quando o medo for transformado as pessoas não necessitarão ter poder sobre outras a fim de se sentirem mais seguras internamente.

O medo é uma energia mental. Ele circula o globo dentro do cinturão de mentes da humanidade. Ele pode ser transformado em amor através das orações e intenções de todo indivíduo desperto espiritualmente sobre a face do globo. Quando o medo for neutralizado pelo amor, a paz mundial irá amanhecer. Mandar sua energia amorosa para o mundo é um ato de transformação, e o único com seu nome. Quando você se juntar a milhões de outros neste ato dinâmico de transformação, teremos paz na terra.

Owen Waters