Se uma pequena luz acende no seu coração o seu Ser interior se torna luminoso

Se uma pequena luz acende no seu coração o seu Ser interior se torna luminoso  universe naturalAssim, o primeiro a ser entendido é que o conhecimento e a sabedoria são diferentes.

Conhecimento é informação, sabedoria é entendimento;

O conhecimento é coletado de fora, a sabedoria é um crescimento interior; o conhecimento é tomado de empréstimo, a sabedoria é sua, autenticamente sua; o conhecimento é aprendido, a sabedoria não é aprendida de ninguém.

Você precisa ficar mais alerta, de tal modo que possa perceber mais, sentir mais, ser mais. Sabedoria é ser, conhecimento é apenas um acúmulo periférico.

Um outro ponto: quando você é uma pessoa de conhecimento, quando armazenou muito conhecimento, seu ego fica fortalecido, e você pensa: “Sei muita coisa”. E o ego é uma das barreiras a percepção da realidade; ele não é uma ponte, pois fica desconectada, em vez de conectar.

Quando você é uma pessoa de sabedoria, o ego desaparece, pois uma pessoa de sabedoria descobre que não existe nada que você possa conhecer. Como você pode conhecer? A vida é tão misteriosa, tão imensamente misteriosa, não há como conhecê-la realmente.

Se você puder conhecer apenas a si mesmo, isso é mais do que suficiente, mais do que se pode esperar. Se uma pequena luz acende no seu coração e o seu ser interior se torna luminoso, isso é mais do que suficiente. E é isso que é necessário; nessa luz, você fica ciente de que a realidade é um mistério supremo e é isso que queremos dizer quando usamos a palavra Deus. Deus significa exatamente a mesma coisa que natureza, com apenas uma diferença. No conceito de natureza está implícito que, se ela não foi conhecida até agora, será conhecida mais tarde; mas ela pode ser conhecida, é passível de ser conhecida; esse é o significado da palavra natureza.

Teoricamente, a natureza é passível de ser conhecida.  Ao usar a palavra Deus, ou divindade, passamos para outra dimensão, dizemos que algo é conhecido e ainda existe mais para se conhecer, sempre permanecerá incognoscível, algo será para sempre indefinível.

O mistério é vasto, é infinito e somos parte dele. Então como a parte pode conhecer o todo? Isso é impossível, a parte não pode conhecer totalmente o todo, só pode conhecer até um determinado limite.

Uma pessoa de sabedoria entende o mistério da vida e é por isso que Buda permaneceu em silencio sobre a vida; ele não disse uma única palavra sobre ela.

A verdade nunca é conhecida totalmente. Você a sente, você a vive, você tem grandes experiências com ela, grandes visões, grandes mistérios abertos, mas cada mistério o leva a outros mistérios. À medida que cada parte se abre, você percebe que mil e uma portas ainda estão esperando para serem abertas. Cada porta o leva a novas portas, então como você pode expressá-la?

Uma pessoa de conhecimento fica declarando que sabe tudo, essa é a prova da sua ignorância. Só uma pessoa ignorante diz que sabe; o sábio sempre diz que não sabe, este é o sinal, a indicação da sua sabedoria.

Mais um ponto importante; quando você sabe algo divide a realidade em conhecedor, conhecido e conhecimento. Imediatamente a realidade fica dividida em três coisas.

O conhecimento divide, e o que divide não pode levá-lo a verdade suprema. A sabedoria unifica; na sabedoria a pessoa não sabe quem é o conhecedor, quem é o conhecido e o que é o conhecimento.

É por isso que na sabedoria você se torna um místico, torna-se uma coisa só com a realidade, perde todas as distinções, as diferenças, as fronteiras, as definições.

Na sabedoria você fica indefinido, tão indefinido quanto a própria realidade.”

Osho

Veja como as energias da culpa e da vergonha impedem a sua felicidade

Veja como as energias da culpa e da vergonha impedem a sua felicidade universe naturalQuanto mais as mudanças de energia abrem os nossos corações para a divindade de quem nós somos, mais nos tornamos conscientes das energias mais escuras e mais densas que carregamos. E vemos as nossas limitações, a nossa infelicidade e a nossa frustração nas conexões que temos com aquelas energias.

Algumas destas são fáceis de deixar ir, porque podemos nos destacar das experiências que vêm com elas. Ao aprendermos a não assumirmos pessoalmente o comportamento dos outros, se torna mais fácil a liberação da traição e da decepção. Podemos até liberarmos as questões do abandono, quando compreendemos que outros nos amam e nos dão os seus próprios recursos limitados.

Mas estas emoções têm um resíduo de culpa e de vergonha que é muito mais difícil de processar e permanece conosco, como uma mancha em nosso coração, até que sejamos capazes de trabalhar através dos seus aspectos pessoais. Culpa e vergonha são duas das emoções mais desafiadoras, porque elas são difíceis de compreender e estão entrelaçadas em nossa história física, emocional e espiritual.

Podemos manter a culpa por coisas que fizemos, ou que não fizemos ou dissemos, ações que não empreendemos ou oportunidades que deixamos escapar. Quando a nossa vida escapa do controle, o nosso medo é forte, mas é ofuscado pela culpa que sentimos por termos permitido que as coisas chegassem a este ponto.

Nós nos punimos através de nossa culpa, porque acreditamos que poderíamos ter feito melhor e impedido que isto acontecesse. Acrescentando a isto, os sentimentos de nos ter deixado e talvez aos outros, deprimidos, não é de admirar que fiquemos deprimidos e sejamos incapazes de fazer quaisquer mudanças.

Aqueles que sofreram através dos ensinamentos da igreja católica foram alimentados por uma dieta constante de culpa que incluiu o nosso caminho de condenação eterna, porque somos indignos de uma comunicação direta com Deus.

Nossos pais podem ter usado a culpa ao nos fazer comer tudo o que havia no prato (há crianças famintas na África), nos comportarmos (a nossa mãe se magoaria se constrangêssemos a família), e seguirmos a carreira que eles consideravam ser melhor para nós (como eles ficariam orgulhosos se nos tornássemos um médico ou advogado!).

Assim, a culpa se tornou a razão pela qual agimos, não porque estivéssemos seguindo para o que queríamos, mas porque não queríamos ser a razão para a infelicidade ou desapontamento dos outros.

Quantas vezes dizemos “sim”, quando realmente queremos dizer “não”, somente porque queremos deixar de nos sentirmos culpados quanto a ferirmos os sentimentos de alguém?

Com que frequência assumimos uma obrigação porque queremos evitar de nos sentirmos culpados quanto a sermos egoístas e fazermos algo que nos serve?

Assim, frequentemente dizemos “sim” e então temos culpa em dobro.

Há culpa da pessoa que pediu e a própria culpa de nosso ressentimento ao não satisfazermos as nossas necessidades. A culpa é um sentimento incômodo e irritante que poderemos superar quando nos lembrarmos que mantemos o poder da escolha e da ação em nossa vida.

A vergonha é uma emoção ainda mais destrutiva, porque ela emana de dentro de nós, de um núcleo de indignidade que define como nos percebemos. Este sentimento se propaga para cada área de nossa vida, colocando as nossas vibrações energéticas em um nível tão baixo que nos sentimos indignos a cada momento.

A pessoa que nos envergonha faz isto de seu próprio núcleo de vergonha e onde a culpa se refere frequentemente à manipulação, a vergonha se refere à destruição. Nossa experiência de sermos envergonhados leva a sentimentos de não sermos dignos, de não sermos suficientemente bons, corretos ou dignos. E nos envergonhamos quando acreditamos que falhamos em algo, sem compreendermos que a vergonha é responsável pelo fracasso.

Enquanto estamos processando mais e mais volumes de energia agora, o que esteve escondido no fundo do barril está agora surgindo para nossa análise.

Nós já processamos as energias mais fáceis, agora estamos preparados para estas, que são a base de todo o nosso comportamento de autodefesa e de nos sabotarmos. Não importa quanta culpa ou vergonha tenhamos, tudo isto é destrutivo e desafiador.

A qualquer momento que nos sentimos aproveitados, abusados ou manipulados, a culpa e a vergonha estão presentes de alguma forma.

Se o medo do sucesso ou do fracasso os aborrece, que culpa ou vergonha que vocês têm que os está impedindo de compreender o seu verdadeiro potencial?

Como os curamos e os liberamos?

Esta é a nossa chave para a liberdade.

Em todos os lugares que estamos presos é uma área onde precisamos procurar a culpa e a vergonha. E isto é onde perdemos o acesso às bênçãos da vida, porque nos impedem de estarmos totalmente ligados a nós mesmos, buscando os nossos sonhos e de acreditarmos que merecemos viver, amar, ter alegria e sucesso e criarmos a satisfação.

Quando a culpa e a vergonha surgirem em sua vida, observem bem de onde elas vêm, quem está envolvido, que mensagens elas têm para vocês e então se lembrem de que vocês são dignos, como uma centelha divina do Criador, de tudo o que o seu coração deseja e deixem a culpa e a vergonha fluírem para fora de sua vida, sendo substituídas pelo amor por si mesmos, pelos seus sonhos, milagres e pela alegria e a abundância que são os seus direitos divinos.

Jennifer Hoffman

Talvez ao ler estas linhas, você consiga se encontrar consigo mesmo

Talvez ao ler estas linhas, você consiga se encontrar consigo mesmo universe naturalÀs vezes, você acha que perdeu sua alma. Mas isso não é real.

Na verdade, você frequentemente se esquece de sua parte espiritual.

Esquece-se de escutar o seu próprio coração.

E isso acarreta um sério desencontro psíquico, de você com você mesmo.

E, como você mesmo diz, até parece que está faltando uma parte sua.

E qual é a solução para você consertar essa fenda psíquica?

Talvez a causa disso esteja simplesmente em aceitar a si mesmo.

E em reconhecer que há uma essência espiritual em seu próprio coração.

Uma parte sua que precisa de atenção e carinho.

Talvez você esteja com medo de reencontrar-se consigo mesmo.

Ou, talvez, o vazio interior pelo qual você se deixou levar, esteja aumentando.

Aliás, há quanto tempo você não faz uma prece?

E há muito que você não tira um tempo para mergulhar em si mesmo.

Ou seja, você mesmo vem solapando o seu próprio equilíbrio consciencial.

Ah, você precisa fundir sua mente com seu coração, numa só consciência.

E, como você sabe, meditação não é apenas sentar-se em determinada posição.

E nem se trata de fechar os olhos e ficar cochilando e divagando mentalmente.

Meditar é integrar-se consigo mesmo e, assim, ficar em paz e harmonia.

Significa integrar-se com a própria Vida, numa aceitação serena da existência.

E também é o despertar da clara compreensão para com todos os seres.

E não será isso que uma parte sua está lhe pedindo, intuitivamente?

Que você dê atenção ao seu lado espiritual, e o reconheça claramente?

Você pediu uma mensagem que lhe explicasse a causa de seu desconforto.

Então, aqui está ela, nessas linhas, de alma para alma.

E se você vai refletir e considerar isso, quem sabe? Afinal, a decisão é sua.

E trata-se de sua própria consciência. E de sua vida.

E não há nenhuma mágica capaz de transformar alguém da noite para o dia.

Contudo, se você tiver boa vontade e paciência, talvez algo aconteça.

E você não estará sozinho nessa jornada de reencontro consigo mesmo.

Porque outras consciências, extrafísicas, bondosas e amigas, o inspirarão.

Mas só se você se abrir realmente… E orar e agradecer o dom da Vida.

E reconhecer, em você mesmo, o Poder Supremo que está em tudo.

Chame-o de Deus, Alá, Jeová, Mãe Divina ou Pai Celestial, tanto faz…

Pois Ele não liga para convencionalismos, e só vê o Amor no coração.

O que Ele quer é ver você integrado e feliz.

E, quem sabe, ao ler essas linhas, talvez você já esteja se abrindo…

Sim, de formas que você nem imagina, e que só Deus conhece.

Que a Luz mais clara e o Amor mais formoso o acompanhem em sua jornada.

Wagner Borges

Meditação para evocar a bondade

José Batista de Carvalho:

Ao praticar silenciosamente esta meditação da bondade entre as pessoas, você irá sentir de imediato uma maravilhosa conexão com elas: o poder da bondade. Ela trará calma à sua vida e o manterá ligado com o coração.

Postado originalmente em Universo Natural:

Meditação para evocar a bondade universe naturalA qualidade da bondade é o solo fértil no qual pode crescer uma vida espiritual integrada. Com um coração amoroso como pano de fundo, tudo que tentamos, tudo o que encontramos se abrirá e fluirá com mais facilidade. Embora, em muitas circunstâncias, a bondade possa emergir naturalmente em nós, ela também pode ser cultivada.

Esta meditação é uma prática de 2.500 anos de idade que usa a repetição de frases, imagens e sensações para evocar a bondade e a generosidade em relação a nós mesmos e aos outros. Você pode experimentar esta prática para ver se ela lhe é útil. É melhor começar pela repetição contínua por 15 ou 20 minutos, uma ou duas vezes por dia, em um local calmo, durante vários meses. De início, esta meditação poderá parecer mecânica ou ineficaz, ou até mesmo fazer surgir o seu oposto: a sensação de irritação eraiva. Se isto…

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Não leve seus pensamentos muito a sério

José Batista de Carvalho:

Cada pensamento quer sugar sua completa atenção. Eis um novo exercício para praticar: Não leve seus pensamentos muito a sério.

Postado originalmente em Universo Natural:

Não leve seus pensamentos muito a sério  universe naturalA maioria das pessoas passa a vida toda aprisionada nos limites os próprios pensamentos. Nunca vai além das ideias estreitas já fabricadas. Nunca vai além do ”eu” condicionado pelo passado.

Se você consegue reconhecer, mesmo esporadicamente, que os pensamentos que passam por sua cabeça são meros pensamentos; se você consegue se dar conta dos padrões que se repetem em suas ações mentais e emocionais, é sinal de que a Consciência está emergindo. Ela é o espaço onde o conteúdo da sua vida se desborda.

Cada pensamento quer sugar sua completa atenção. Eis um novo exercício para praticar: Não leve seus pensamentos muito a sério.

Pensar fragmenta a realidade, cortando-a em pequenos pedaços que são os conceitos. A mente pensante é útil e poderosa, mas torna-se muito limitadora quando invade completamente sua vida, impedindo você de perceber que a mente é apenas um pequeno aspecto da Consciência que você é realmente.

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Você é consciência

Você é consciência universe naturalSe um pensamento está se movendo em sua mente, apenas observe isto – de repente, você vai ver que o pensamento está ali e você está aqui, e não tem mais nenhuma ponte. Não observe e você se torna identificado com o pensamento. Observe e você não é ele. A mente te possui porque você se esqueceu de como observar. Aprenda.

Olhando para uma rosa, apenas a observe; ou observe uma estrela, ou fique parado na beira de uma rua olhando as pessoas passar. E então, bem devagar, feche seus olhos e veja o tráfego interno se movendo – milhões de pensamentos, desejos, sonhos estão passando. Sempre é hora do rush. Simplesmente observe como alguém que está sentado à margem de um rio, observando-o fluir. Simplesmente observe e observando você se torna consciente de que você não é isto.

A mente existe por estar identificada com as coisas. Não mente significa estar desidentificado delas.

Não seja uma mente, na verdade você não é uma mente. Então, quem é você? Você é consciência, você é o observador, você é a testemunha, você é o puro observador, aquela qualidade de espelho que reflete tudo, mas que nunca se identifica com nada.

E lembre-se, eu não estou dizendo que você é consciente, eu estou dizendo que você é consciência: esta é a sua verdadeira identidade. O dia em que a pessoa percebe que ela é consciência, ela conhece o supremo, porque no momento em que ela sabe “eu sou consciência”, ela também sabe que tudo é consciência, apenas em planos diferentes.

A pedra é consciência da sua própria maneira, a árvore é consciência da sua própria maneira, e assim também os animais e as pessoas. Tudo é consciência à sua própria maneira; e consciência é como um diamante multifacetado.

No dia em que você souber “eu sou consciência”, você terá descoberto a verdade universal, você terá alcançado a realização.

Sócrates diz: “Homem, conheça-te a ti mesmo.” Este é o ensinamento de todos os Budas: conheça-te a ti mesmo. Como é que você vai fazer para conhecer-se a si mesmo? Se a sua mente fica muito ativa e está fazendo muito barulho em torno de você, você nunca vai ouvir a pequena e silenciosa voz que existe dentro de você.

Você tem que se desidentificar da mente. Gurdjieff costumava dizer “todo o meu ensinamento pode ser condensado em uma única palavra e esta palavra é desidentificação”. Ele está certo. Não apenas todo o seu pensamento, mas todo o ensinamento de todos os mestres pode ser condensado nesta única palavra: DESIDENTIFICAÇÃO.

Osho

O perdão cura os relacionamentos

O perdão cura os relacionamentos Essência universe naturalO perdão elimina tudo o que se coloca entre seu irmão e você.

O perdão é a chave para se chegar à paz interior porque é a técnica mental através da qual nosso medo se transforma em amor.

Nossas percepções acerca de outras pessoas frequentemente tornam-se um campo de batalha entre o desejo do ego de fazer julgamentos e o desejo do Espírito Santo de aceitar as pessoas como elas são. O ego é o grande explorador de falhas. Ele vai atrás de erros em nós mesmos e nas outras pessoas. O Espírito Santo vai atrás de sua inocência. Ele vê cada um de nós como somos na realidade e, já que somos criações perfeitas de Deus, Ele ama o que vê. Não somos culpados pelas partes de nossa personalidade que têm a tendência de nos desviar do amor, elas são nossas feridas.

Deus não quer nos punir, mas nos curar. E é assim que quer que vejamos as feridas das outras pessoas.

O perdão é uma “memória seletiva”, uma decisão consciente de nos concentrarmos no amor e deixar o resto ir embora. Mas o ego é incansável – “na melhor das hipóteses é desconfiado e, na pior, corrupto”. Ele expõe os argumentos mais sutis e traiçoeiros para expulsar as pessoas de nossos corações.

A máxima dos ensinamentos do ego é: O Filho de Deus é culpado.

A máxima dos ensinamentos do Espírito Santo é: O Filho de Deus é inocente.

O fazedor de milagres conscientemente convida o Espírito Santo a participar de todos os relacionamentos e a nos livrar da tentação de julgar e encontrar erros. Pedimos a Ele que nos livre dessa tendência de condenar. Pedimos a Ele que nos revele a inocência dentro das outras pessoas, aquelas que devemos ser capazes de ver dentro de nós mesmos.

“Querido Deus, entrego esse relacionamento em Suas Mãos.

Querido Deus deixe-me ver essa pessoa através de Seus olhos”.

Mariane Williamson