Você é o que faz

Se todos os que se propõem a amar entrassem em ação, este seria um mundo muito melhor.

Diz um velho ditado que quando quisermos de fato conhecer alguém, deveríamos estar menos preocupados com o que dizem e mais alertas ao que fazem.

Por isso é que amar é um verbo.

O que vai no interior de nós é revelado pelo que fazemos no exterior.

Se amamos de verdade, como fazer para demonstrá-lo?

Se nos importamos de fato com nossa família, nossos filhos, como manifestá-lo?

Se de fato estamos preocupados com a fome, a pobreza, a solidão, a violência no mundo, como demonstrar essa preocupação?

Se não houver evidência tangível de nosso amor em ação, então é duvidoso que alguém nos ame.

Certa vez me sentei ao lado de um homem num avião que ficou se queixando e se lamentando durante toda a viagem através do continente.

As aeromoças eram inúteis, a comida era terrível, o assento era apertado, o filme não prestava. Depois começou a se queixar de questões bem maiores: o governo era corrupto, a sociedade definhava, as pessoas não eram de confiança, etc.

Durante nossa conversa, mencionei que meu interesse era o estudo e o desenvolvimento do amor entre as pessoas.

E ele, bruscamente: “Fantástico! O que o mundo precisa é de mais amor”, assegurou-me.

Então, sem nenhuma pausa, acrescentou:

 “É bom saber que ainda existem pessoas como você e como eu que entendem isso”.

Leo Buscaglia

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