Querendo se encontrar?

Falta de motivação no trabalho – você não aguenta mais fazer sempre as mesmas tarefas, lidar com os clientes, aturar os chefes (ou os subordinados), questionar com fornecedores, ganhar pouco, enfim, não encontra nenhum prazer na sua atividade profissional.

Dificuldade em relacionar-se – você não encontrou ainda sua cara-metade, aliás, não consegue ficar mais de dois meses com a mesma pessoa; você já tem um relacionamento estável, mas que é na verdade mais um jogo de aparências, um baile de máscaras, e há muito tempo você não se sente valsando nas nuvens; mãe, pai, filhos, irmãos, primos, tios, chefes, funcionários, colegas de trabalho, colegas de estudo, vizinhos, o caixa do supermercado, o atendente da loja, a pessoa atrás de você na fila, a pessoa na sua frente no banco do metrô, não importa quem, todos são irritantes, pegam no pé, querem mandar em você, ficam te provocando, você não tolera ninguém – talvez nem você mesmo.

Falta de vontade no dia-a-dia – cada coisa a ser feita é um pesadelo. Você fica pensando, pensando, pensando, o que você vai fazer primeiro, e aí você pensa mais um pouco esperando que não dê mais tempo de fazer nada (“Ah! Que se dane!”); ou então faz o que tem que fazer mas se arrastando, tentando juntar todas as suas forças, quando o que você quer é simplesmente ficar onde está – não importa se de pé, sentado, deitado, só ficar parado.

Insatisfação crônica – você não está satisfeito com seu corpo, ou porque é magro ou porque é gordo, as coxas são finas, a barriga é saliente, mas dieta é difícil de seguir, exercício tem que fazer, academia tem que ir; se ainda assim consegue atingir um peso ou modelagem satisfatórios, aí é a roupa que não serve mais, porque está larga ou apertada, “era melhor ter ficado como estava, não precisava gastar com roupa”. O emprego novo pelo menos é mais perto de casa, mas o trabalho é mais chato, e o pessoal de lá era mais legal. Os colegas não te convidam para sair, e se alguém te chama “Ah, mas hoje não estou afim de nada!”. A comida está fria e a bebida está quente. Dentro está muito frio e fora está muito quente. Ou vice-versa. O tempo está tão seco, ardem os olhos, o nariz, “mas que barulho é esse? Tinha que chover justo agora que vou sair?”

Compra compulsiva – você sai só para dar uma volta e então dá de cara com aquele perfume da propaganda e “Nossa! Olha o que eu achei!”, e paga “aquela nota, mas valeu a pena”; depois vê uma carteira da marca “Sei lá o que famosa”, mas “Tá uma verdadeira pechincha”, e depois é o sapato, a camisa, e você chega em casa com todos aqueles pacotes que amanhã você vai abrir, mas esse amanhã não chega e os pacotes ficam onde estão mais um dia, mais uma semana, até serem substituídos pela próxima compra que, naturalmente, aquilo sim era a sua realização, a sua felicidade, até você descobrir que não tem nem vontade de tirar da embalagem. Porque você continua sentindo aquele vazio, aquela insatisfação, e nada mudou.

Cada uma dessas situações deve ser encarada, analisada e cuidada não a partir de uma solução externa (mudar de emprego, mudar de parceiro, tomar um energético), mas a partir de um ponto de vista pessoal, único e interior. Antigas frases que ficaram em sua mente, reações e comportamentos que você foi moldando em função de “certo e errado”, episódios difíceis, conturbados, traumáticos em que esteve presente, são apenas alguns dos fatores que podem ter contribuído para gerar certos bloqueios, formando uma cortina entre esse “você agora” e o você ideal, autêntico, genuíno. E o conflito é grande porque o “você agora” quer deixar tudo como está, mas o “você genuíno” sabe que existe algo melhor. Ele sabe pelo simples fato de já conhecer, e apenas ter se esquecido. Mas ele sabe e quer se lembrar novamente, quer voltar a ter a consciência da plenitude.

O trabalho desenvolvido enfoca justamente esses pontos:

1 – reconhecer as dificuldades

2 – encontrar as causas que originaram esses problemas

3 – estabelecer novos padrões de pensamento e conduta

4 – promover o encontro com sua Essência Divina, seu Eu Superior, sua Consciência Cósmica

5 – firmar esse encontro para que ele perdure definitivamente, proporcionando-lhe a paz, a alegria, a realização que você merece.

Atendimento Terapêutico

José Batista de Carvalho

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